Conferência apontará perspectivas de futuro para ciência e tecnologia, diz ministra em Pernambuco

8

A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, participou, nesta quinta-feira (07), no Recife, do encerramento da Conferência de Ciência, Tecnologia e Inovação de Pernambuco. O evento foi realizado no auditório do Instituto de Pesquisa em Petróleo e Energia da UFPE. Pernambuco foi o primeiro estado do país a iniciar o processo que culminará na 5ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, entre os dias 4 e 6 de junho de 2024, em Brasília.

“Aqui serão apontadas as perspectivas de futuro para a ciência e tecnologia, de maneira que elas possam dar sua contribuição para o Brasil superar os grandes desafios nacionais”, ressaltou a ministra durante o encontro, que reuniu comunidade acadêmica, instituições de ensino e de pesquisa, empresas de base tecnológica, além de representantes dos governos federal, estadual e municipais.

A CNCTI retorna após 12 anos e representa um marco no cenário científico e tecnológico do país, promovendo discussões e colaborações essenciais para a construção da Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação 2024-20230, além de nortear as ações de CT&I do governo federal. “Essa é uma orientação do presidente Lula: governar ouvindo as pessoas. Porque é assim que a gente constrói políticas públicas mais efetivas e assertivas, que atendam aos anseios do nosso povo. A gente quer sempre mais democracia, nunca menos”, completou a titular do MCTI.

A Conferência de Ciência, Tecnologia e Inovação de Pernambuco contou com a participação da governadora Raquel Lyra; do secretário-executivo da CNCTI, o ex-ministro Sérgio Rezende; da secretária da CT&I de Pernambuco, Mauricélia Montenegro, entre outras autoridades.

Investimento

Ainda em Pernambuco, a ministra Luciana Santos anunciou o investimento de R$ 2 milhões do MCTI em um projeto de inovação coordenado pelo INCT do Complexo Econômico Industrial da Saúde (INCT Tec.Cis 4.0), sediado no Departamento de Ciências Farmacêuticas. Parte deste recurso será utilizada na reforma de um laboratório de pesquisa que faz inovações voltadas para o desenvolvimento social, por meio da bioeconomia. O projeto desenvolve materiais avançados oriundos da goma do cajueiro para atender a demanda nacional por bioinsumos aplicados à saúde.